ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS COM BAIXA ESTATURA IDIOPÁTICA (CAUSA DESCONHECIDA) – TRATAMENTO COM HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E A CORRELAÇÃO COM HORMÔNIO TIREOIDIANO PERIFÉRICO.

Foi efetuada uma observação em crianças com baixa estatura idiopática (causa desconhecida), com secreção normal de hormônio de crescimento-GH, e muito embora saiba-se que o tratamento com GH aumenta a estatura, a resposta à terapia de crescimento difere entre os pacientes. Os hormônios tireoidianos são essenciais para o crescimento longitudinal atuando principalmente através de receptores de hormônios tireoidianos (RHT) e β. Foi feita uma avaliação do efeito do tratamento com GH correlacionado com a ação do hormônio tireoidiano periférico e a resposta ao tratamento. Constatou-se que o tratamento com hormônio de crescimento-GH é potencializado pelos níveis normais ou levemente aumentados de hormônios tireoidianos periféricos, levando-se à obtenção de melhores resultados do tratamento. Portanto, fica claro a necessidade de avaliação também da tireóide quando se fizer reposição de hormônio de crescimento tanto em crianças quanto em adultos, uma vez que os resultados serão infinitamente melhores quando a tireóide estiver produzindo no mínimo as doses normais dos hormônios tireoidianos. 

AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM:28930


Como Saber Mais: 
1.É importante o funcionamento normal da glândula tireóide ao se fazer tratamento com hormônio de crescimento? 
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2.É importante a avaliação da glândula tireóide quando se fizer reposição de hormônio de crescimento em adultos? 
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com 
3.Na síndrome metabólica se houver déficit de HGH, a reposição de HGH é importante? 
http://metabolicasindrome.blogspot.com
 
AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referências Bibliográficas: 
Sebastián Susperreguy, Liliana Muñoz, Natalia Y. Tkalenko, Ivan D. Mascanfroni, Vanina A. Alamino, Maria M. Montesinos, Ana M. Masini-Repiso1, Mirta B. Miras 2, Claudia G. Pellizas – Fevereiro de 2011 
Centro de Investigaciones en Bioquímica Clínica e Inmunología (CIBICI CONICET), Departamento de Bioquímica Clínica, Faculdade de Ciências Químicas, Universidad Nacional de Córdoba, Córdoba Servicio de Endocrinologia do Hospital de Niños de la Santísima Trinidad Córdoba, Argentina DOI: 10.1111/j.1365-2265.2010.03924.x.Clinical Endocrinology – Volume 74, 2011. 


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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, TEM IMPORTÂNCIA DESDE A FASE NEONATAL, ATÉ A FASE ADULTA E TAMBÉM DA MELHOR IDADE, E ISTO NOS IMPÕE A GESTÃO DA UTILIZAÇÃO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (HGH) EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA DE HGH (DGH) E SEU TRATAMENTO DESDE A INFÂNCIA À VIDA ADULTA.

A pergunta que escutamos dos pais dos pacientes que apresentam deficiência do hormônio de crescimento (DGH), desde quando nos procuram para o tratamento é, até quando devo tratar meu filho ou filha para conseguir que ele esteja dentro de um padrão adequado de crescimento: é claro se os genitores dos pacientes estiverem pensando no crescimento linear, ou seja, somente o estatural, os próprios atlas e gráficos, sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS)– ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Peyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos, tanto para meninos quanto para meninas. Entretanto, o HGH – hormônio de crescimento, desenvolvido a partir da década de 80 do século XX, por engenharia genética através da técnica de DNA- Recombinante, onde anteriormente a esta técnica o grande vilão era o fator de reconhecimento no DNA de doadores humanos de hipófise, local onde é produzido o hormônio de crescimento natural, pois seus extratos não excluíam a identidade dos doadores, o que, com a nova tecnologia eliminava por completo este risco, que poderia causar a formação de proteínas anômalas denominadas de PRIONS, que poderiam levar à Doença de Creutzfeldt- Jakob (DCJ); a princípio um príon não é um problema significativo, além de extremamente raro, somente um conjunto pode levar à situação de (DCJ), na proporção de 1 caso em 1 milhão de pessoas, mas este risco foi totalmente eliminado a partir do momento que, geneticistas identificaram o fator de reconhecimento da procedência do DNA, e através da eliminação da fração identificadora eliminada do DNA, tal problema jamais voltou a se apresentar, simplesmente  porque foi eliminado. Este fato promoveu um avanço incrível sob o aspecto terapêutico, com relação ao crescimento estatural, em pacientes com deficiência de hormônio de crescimento (DGH), mais que isto, propiciou o avanço em outras aplicações do hormônio de crescimento até então jamais imaginadas. O hormônio do crescimento (GH) tem muitos efeitos benéficos em pacientes que apresentam início da deficiência de GH na infância (DGH) se tratados, além de promover o crescimento linear (estatural). A suspensão do GH em pacientes com DGH, (na deficiência ou na continuação) durante a transição da infância à idade adulta, induz a alterações metabólicas desfavoráveis ​​na composição corporal, na integridade óssea, na capacidade de exercício, e um perfil de risco cardiovascular adverso, que se corrigido com HGH – hormônio de crescimento não ocorrerá. Estas alterações são revertidas após o reinício do tratamento com GH. Como os benefícios de continuar a terapia de GH na vida adulta tem sido bem estabelecida, é possível que a terapia de reposição de GH não deva ser interrompida quando o crescimento for concluído, mas deverá continuar na vida adulta. Considerando-se que uma alta proporção de pacientes com diagnóstico de DGH (deficiência de hormônio de crescimento) na infância não são mais DGH na adolescência, portanto, o status de GH deve ser testada novamente, quando o crescimento for concluído. Outros fatores, como a história clínica, a resposta de GH, a ressonância magnética hipotalâmico-hipofisária e as concentrações de IGF-1 (fator de crescimento da insulina – 1), importante para o HGH assim como os Hormônios Tireoidianos, devem ser considerados. A reafirmação da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) e realização de testes de estimulação são necessárias, a menos que haja um comprometimento estrutural ou genético persistente desde a infância. Os benefícios são inúmeros se pensarmos em riscos insignificantes. 
 
  AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
1.Sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Peyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos?
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2.Crianças e adolescentes terão vantagens em se tratar com hormônio de crescimento mesmo que tenham doses normais?
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3.Os Hormônios tireoidianos fazem diferença quanto ao crescimento estatural?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referências Bibliográficas:
Arq Bras Endocrinol Metabol. 2008 Jul; 52 (5) :854-60.
Pontes E.S., E.Barbosa
Carel et al Johnston et al Nilsson et al Sas et al.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, SUAS IMPLICAÇÕES, A IMPORTÂNCIA DE SEU DIAGNÓSTICO PRECOCE TANTO NA CRIANÇA QUANTO NO ADULTO E A IMPORTÂNCIA DE SUA REPOSIÇÃO EM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH).

Os somatotrófos são células da glândula pituitária que secretam o hormônio de crescimento (GH). Esta secreção de hormônio de crescimento (GH) é estimulada pelo fator liberador de hormônio de crescimento (GHRH) e é inibida pela somatostatina é produzida pelascélulas delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans, pelo hipotálamo, é classificada como um hormônio inibitório, e um dos hormônios que ela inibe a secreção é o hormônio de crescimento (GH). As manifestações clínicas da deficiência de hormônio de crescimento  (DGH) são variáveis, dependendo da idade que começam. As crianças geralmente apresentam baixa estatura, enquanto os adultos têm reduzido o desempenho físico e o bem estar psicológico é prejudicado. Os objetivos da terapia com hormônio de crescimento (GH) são diferentes em crianças e adultos. Em crianças, se usa o hormônio de crescimento (GH) com a finalidade de promover o crescimento linear e restaurar a composição corporal, já em adultos, as metas são para melhorar o condicionamento e força física, para restaurar a composição corporal normal, e para melhorar a qualidade de vida. O hormônio do crescimento promove o crescimento linear, regulando a produção endócrina e parácrina (as glândulas parácrinas segregam mediadores que se difundem para o líquido extracelular – de fora da célula e afetam as células vizinhas) do fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), que é produzido pelo fígado e outros tecidos alvo, incluindo a placa de crescimento epifisária dos ossos longos. O hormônio do crescimento (GH) tem diversas ações metabólicas, tal como a lipolítica e a diabetogênica e efeitos anabólicos (efeitos androgênicos). Portanto os resultados da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) são alterações na fisiologia (funcionamento) dos diferentes sistemas do corpo, manifestando-se em aumento de gordura visceral, aumento de gordura subcutânea, diminuição da massa muscular, diminuição da densidade mineral óssea e pior desempenho nos exercícios . A incidência de baixa estatura associada a graves deficiências de hormônio de crescimento (DGH) na infância, tem sido estimada em diversos estudos que cerca de 1 em 4.000 a 1 em 10.000 crianças sofrem da deficiência de hormônio de crescimento (DGH). Cerca de 20.000 crianças por ano recebem a terapia de reposição de hormônio de crescimento (GH), e cerca de 4.000 crianças são diagnosticados anualmente como candidatas a este tratamento. A prevalência exata da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) na idade adulta não é conhecida. Cerca de 35.000 adultos apresentam deficiência de hormônio de crescimento (DGH), e anualmente cerca de 6.000 novos pacientes adultos são diagnosticados.
Autores Prospectivos
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
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Dra.Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:
1. Os somatotrófos são células da glândula pituitária que secretam o hormônio de crescimento (GH)?
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2. Esta secreção de hormônio de crescimento (GH) é estimulada pelo fator liberador de hormônio de crescimento (GHRH)?
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3. As crianças geralmente apresentam baixa estatura, enquanto os adultos têm reduzido o desempenho físico e o bem estar psicológico é prejudicado? 
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OS AUTORES PROSPECTIVOS ET REAUTORIZADO O USO DOS DIREITOS 
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Autor: Eledrisi S Mohsen, MD, FACP, FACE, Editor-Chefe: Griffing T George, MD, Steven Gambert R, MD, presidente MACP,  Francisco Talavera, PharmD, PhD Farmácia Senior Editor, eMedicine, Don S Schalch, MD,  Mark Cooper, MBBS, PhD, chefe FRACP.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH) PODEM APRESENTAR PROBLEMAS ODONTOLÓGICOS ALÉM DA DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO QUE É O QUE MAIS SE NOTA.

Pais de crianças com deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) cujos filhos apresentam problemas de estatura, não pensam nas consequências que a deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) pode produzir na área de desenvolvimento odontológico destas crianças. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) é um problema generalizado, que afeta mais do que apenas a estatura da criança.Os níveis normais do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) são necessários para o crescimento e desenvolvimento normal dos dentes do seu filho e dos maxilares. Na rotina de atendimento odontológico e importante a avaliação dos níveis do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) para a saúde odontológica futura de seu filho. A falta de hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) provoca um atraso no crescimento dos ossos, que é claramente evidente na estatura de uma criança. Menos evidentes para a maioria das pessoas são os efeitos da deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) sobre o rosto e os dentes do seu filho. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), geralmente causa um atraso no crescimento dos ossos faciais e dos dentes do seu filho. Por exemplo, na ausência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), é comum que os chamados dentes de leite durem somente de 2 a 5 anos, que é um tempo menor que a média para uma criança, que seria de  7 a 8 ano anos antes de começarem a ser trocados pelos dentes definitivos. Estas crianças também são mais propensos a ter falta de dentes definitivos, podem necessitar de aparelhos ortodônticos, pontes, implantes e coroas (dentes de substituição) para corrigir as falhas. Se você suspeitar dessas alterações em seu filho é melhor levá-lo ao dentista o quanto antes, para que possa fazer raios-X (radiografia) do maxilar da criança para verificar estas condições. O hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) tem um forte efeito sobre o crescimento ósseo, incluindo nos ossos do maxilar superior e do maxilar inferior. Na deficiência de hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH), é comum ver um problema de crescimento dos maxilares. Este problema de crescimento é comumente visto com mais frequência no maxilar inferior pequeno ou a presença de um queixo menor que o normal para a harmonia facial. Parece que o hormônio de crescimento interfere mais no crescimento do maxilar inferior.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
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1. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) é um problema generalizado, que afeta mais do que apenas a estatura da criança?
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Referências Bibliográficas:
Kirt E. Simmons, DDS, Ph.D. – Diretor de Ortodontia craniofacial do Arkansas Children’s Hospital – Departamento de Cirurgia –  Universidade de Arkansas de Ciências Médicas – Little Rock, Arkansas. 
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O QUE OS PAIS PODEM FAZER PARA AJUDAR AS CRIANÇAS, VALORIZANDO MAIS AS QUE APRESENTAM BAIXA ESTATURA OU DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH).

Existem várias maneiras para os pais poderem ajudar as crianças com baixa estatura ou com deficiência do hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) a lidar com seus problemas. Assim que for feito o diagnóstico você deve procurar um endocrinologista para orientá-lo sobre as primeiras atitudes a serem tomadas para auxiliar a criança. É importante ser avaliado se há problemas com a inteligência, com o desempenho escolar, se apresenta dificuldade de aprendizagem, transtornos de déficit de atenção ou problemas de comportamento. O psicólogo da escola  pode avaliar se existe algum tipo de problema e oferecer soluções possíveis. Também estar sempre em contato com a escola da criança para acompanhar o progresso escolar ou eventuais sinais de problemas sociais ou de comportamento, geralmente ajudam muito antes que elas saiam do controle. A construção da auto-estimapositiva da criança é muito importante.  Procure usar todas as oportunidades para elogiar e incentivar a criança, não criticar, ser sarcástico, ou negativo. Encontrar pontos fortes na criança e trabalhá-los. Geralmente as crianças de baixa estatura ou com deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) acham que não podem praticar esportes, mas ao contrário, devem praticar esportes de baixo impacto, como a natação, tênis, citando apenas alguns. Se a criança tem um bom senso de humor, estimulá-la a desenvolvê-lo, elogiá-la e falar positivamente sobre estas suas qualidades. Se a criança é criativa, gosta de escrever, ler prosa ou verso, gosta de tocar música, estimule-a a se dedicar ao que gosta de fazer no tempo ocioso, ampliando esses dons. Se a criança é especialmente compassiva para com os outros, informá-la o que você vê, e que admira muito esta qualidade. Se esforce em construir uma auto-estima positiva que a ajudará a enfrentar os efeitos negativos da rejeição das outras pessoas.
Certifique-se de que a criança entenda completamente o que é esperado da terapia de reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH).  Algumas observações sugerem que as crianças e os pais têm expectativas irreais em relação à estatura com a reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH). Eles esperam muito, acreditando que o tratamento vai fazer grandes diferenças na estatura imediatamente. Este não é o caso e pode levar a algumas decepções devido a estes equívocos uma vez que não sejam corretamente esclarecidos. Deve-se sempre ter em mente que o máximo de estatura que se pode conseguir é o que está geneticamente determinado, mesmo se fazendo o tratamento com reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH).  
Sempre questione o seu endocrinologista quando tiver alguma dúvida, e mesmo a criança deve questioná-lo se quiser, mesmo que se ache que as perguntas não são muito adequadas.
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Dr. João Santos Caio Jr
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1. Existem várias maneiras para os pais poderem ajudar as crianças com baixa estatura ou com deficiência do hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) a lidar com seus problemas?
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2. O psicólogo da escola  pode avaliar se existe algum tipo de problema e oferecer soluções possíveis?
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3. As crianças de baixa estatura ou com deficiência do hormônio do crescimento devem praticar esportes de baixo impacto, como a natação, tênis, etc, citando apenas alguns ?
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.

Referências Bibliográficas:
Brian Stabler Ph.D. – Chapel Hill, Carolina do Norte.
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