CRESCIMENTO COM RESPONSABILIDADE; CRIANÇAS, INFANTIS E JUVENIS E SEU RELACIONAMENTO COM INGESTÃO INADEQUADA DE AÇUCARES (HIDRATOS DE CARBONO EM GERAL).

agende-consulta-atualizadaUMA DAS MAIORES PREOCUPAÇÕES DA OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, TEM SIDO A QUALIDADE NUTRICIONAL QUE VEM SENDO ADMINISTRADA NAS ESCOLAS DO MUNDO INTEIRO, PRINCIPALMENTE NO OCIDENTE ALÉM DA PERMISSIVIDADE DOS PAIS OU RESPONSÁVEIS NO QUE ESTA INTIMAMENTE LIGADO AOS HIDRATOS DE CARBONOS, FAST FOOD, E ÁGUA CARBONATADA EM FORMA DE XAROPE (REFRIGERANTES), ETC., POIS ALÉM DE LEVAR A OBESIDADE, DIFICULTA O CRESCIMENTO ESTATURAL EM CRIANÇAS, INFANTIS JUVENIS E ADOLESCENTES DE FORMA RELEVANTE. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

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Este fato não significa sob nenhuma hipótese que não se deve dar hidrato de carbono ou açúcar comum a crianças, infantis, adolescentes, pré – púberes e adultos que eventualmente possam adquirir quando em dose correta alguma doença exógena pela ingestão dessas substâncias, mas levando em consideração o fato que geneticamente existem fatores familiares dominantes deve-se frequentemente avaliar os riscos da intemperança.

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Os carboidratos são a fonte de energia mais importante e prontamente disponível do corpo. Eles são uma parte necessária de uma dieta saudável para crianças e adultos. As duas principais formas de carboidratos são: carboidratos simples (ou açúcares simples): incluindo frutose, glicose e lactose, que também são encontrados em frutas integrais nutritivas.

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Carboidratos complexos (ou amidos): encontrados em alimentos como vegetais ricos em amido, grãos integrais, arroz, pães e cereais. Então, como o corpo processa carboidratos e açúcar? Todos os carboidratos são decompostos em açúcares simples, que são absorvidos pela corrente sanguínea.

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À medida que o nível de açúcar aumenta, o pâncreas libera o hormônio insulina, que é necessário para levar o açúcar do sangue para as células, onde o açúcar pode ser usado como energia.

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Os carboidratos em alguns alimentos (principalmente aqueles que contêm açúcares simples e grãos altamente refinados, como farinha branca e arroz branco) são facilmente quebrados e fazem com que os níveis de açúcar no sangue aumentem rapidamente.

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Os carboidratos complexos (encontrados em grãos integrais), por outro lado, são quebrados mais lentamente, permitindo que o açúcar no sangue suba gradualmente. Uma dieta que é rica em alimentos que causam um rápido aumento do açúcar no sangue pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver problemas de saúde como diabetes.

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Uma dieta saudável e equilibrada para crianças com mais de 2 anos de idade deve incluir 50% a 60% das calorias provenientes de carboidratos.

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A chave é ter certeza de que a maioria desses carboidratos vem de boas fontes e que o açúcar adicionado é limitado. Alimentos que são ricos em açúcar adicionado (refrigerantes, biscoitos, bolos, doces, sobremesas congeladas e algumas bebidas de frutas) também tendem a ser ricos em calorias e pobres em nutrição.

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Uma dieta rica em açúcar é frequentemente associada à obesidade, e muitos alimentos açucarados podem levar à cárie dentária .

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As Diretrizes Dietéticas de 2015-2020 recomendam que o açúcar adicionado seja inferior a 10% do total de calorias consumidas. As leis brasileiras consideram que se possuir 10% de “sucos de frutas”, pode-se afirmar que a composição de refrigerantes e afins são considerados como sendo um produto “natural”, isso é um ledo engano.

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Hoje encontramos crianças de 8 anos com obesidade tipo 2, que era inconsebivel até poucos anos atrás, pois além do efeito gatilho para pessoas propensas a diabetes mellitus, seguramente ira influenciar em sua estatura final, isto porque irá comprometer a criança, juvenil, adolescente, na fase mais importante do crescimento (altura), estatural, além da exaustão das células beta do pâncreas que leva ao diabetes mellitus, problemas vasculares cardio respiratório, dislipidemias (colesterol total, HDL – bom colesterol, LDL – mal colesterol, VLDL, triglicérides), por outro lado que realmente é responsável pela aterosclerose na fase adulta.

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Com cuidados, seu corpo e tomando ações preventivas, além de evitar um desastre anunciado, os ácidos graxos n-3 da dieta de peixe e óleo de peixe tiveram efeitos hipolipemiantes profundos em indivíduos normais e em pacientes hipertrigliceridêmicos com hiperlipidemia combinada (tipo II-b) e hiperlipidemia dos tipos IV e V.

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Nestes ensaios metabólicos cuidadosamente controlados, ocorrerão reduções dramáticas nos triglicéridos no plasma e, em menor grau, no colesterol total no plasma. Reduções em VLDL, quilomícrons (triglicérides), remanescentes, LDL, apo B e apo E também foram observadas.

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Os níveis plasmáticos de colesterol HDL (HDL-C) têm uma base hereditária forte, com estimativas de herdabilidade de 40-60%.

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A relação inversa bem estabelecida entre os níveis plasmáticos de HDL-C e o risco de doença arterial coronariana (DAC) levou a uma extensa pesquisa de fatores genéticos que influenciam as concentrações de HDL-C.

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Nessas condições o figado que é o responsável pela fabricação dessas defesas vasculares tem um papel importante em todos esses mecanismos, e o que estamos fazendo desde recém-nascidos até a fase adulta é criarmos doenças evitáveis e complicando nosso organismo perfeito, mas complexo e que não aguenta desaforo.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neurocientista-Endócrino
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

COMO SABER MAIS:
1. Uma nova meta-análise (análise de dados com o resultado de dados de vários estudos) intensiva examinou a redução da pressão arterial em diabéticos e encontrou uma clara redução dos casos de risco de ocorrência de infarto do miocárdio um tempo após a manutenção da pressão arterial mais baixa…
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Descobertas recentes, nomeadamente hormônios leptina e adiponectina, revisa a noção de que os adipócitos são simplesmente um depósito de armazenamento de energia do corpo. Em vez disso, os adipócitos são também órgãos endócrinos, com várias funções metabólicas na regulação da fisiologia de todo o organismo…
https://crescersim.wordpress.com/

Após 24 meses, a densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar aumentou significativamente nos pacientes tratados com o hormônio de crescimento (HGH) do que naqueles que receberam a substância inócua…
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Referências bibliográficas
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3504986/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2903789/
https://www.sciencedirect.com/science/…/S073510971000286X
https://www.sciencedirect.com/science/…/S0735109703016504

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CRESCIMENTO EM DESORDEM INFANTIL, JUVENIL, ADOLESCENTE; DISTÚRBIOS DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO – GH/FATOR DE CRESCIMENTO SEMELHANTE À INSULINA SECREÇÃO E AÇÃO DE MUTAÇÕES SEXUAL.

agende-consulta-atualizadaESTEROIDES SEXUAIS; CONSIDERANDO QUE ANDRÓGENOS E ESTROGÊNIOS NÃO CONTRIBUEM SUBSTANCIALMENTE AO CRESCIMENTO NORMAL, MUITO AO CONTRÁRIO ATRAVÉS DE MECANISMOS ESPECÍFICOS ACELERA O FECHAMENTO DA PLACA DE CRESCIMENTO, ANTECIPANDO A OSSIFICAÇÃO DEFINITIVA, ANTES DO INÍCIO DA PUBERDADE OU ANTECIPANDO-A, O AUMENTO DAS CONCENTRAÇÕES SÉRICAS DE ESTEROIDES SEXUAIS NA ADOLESCÊNCIA É UMA PARTE IMPORTANTE DO CRESCIMENTO PUBERAL ANTES NO ESTIRÃO OU SURTO ANTES DO ESTADOS DE ANDRÓGENOS OU EXCESSO DE ESTROGÊNIOS AS FUSÕES EPIFISÁRIAS SÃO INVARIAVELMENTE CARACTERIZADAS POR CRESCIMENTO LINEAR E MATURAÇÃO ESQUELÉTICA QUE SE MANTERÁ NA FASE ADULTA. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA–NEUROCIÊNCIA-ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA)–GENÉTICA–ENDÓCRINO-PEDIATRIA (SUBDIVISÃO DA ENDOCRINOLOGIA): DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA VERLANGIERI CAIO.

Assim, como desaceleração do crescimento requer avaliação adicional, aceleração do crescimento pode ser tão anormal e pode ser um sinal de aumento da produção ou ação de esteroides sexuais, como observado na puberdade precoce e com os efeitos virilizantes da hiperplasia adrenal congênita.

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Um estado repleto de GH – hormônio de crescimento é obrigatório para um crescimento normal e da resposta aos esteroides sexuais. Crianças com DGH-Deficiência de GH – hormônio de crescimento não têm uma resposta normal ao crescimento endógeno ou exógeno aos andrógenos.

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Embora os andrógenos funcionem pelo menos em parte aumentando a secreção de GH – hormônio de crescimento, eles também devem ter um efeito sobre a produção de IGF-1 – fator de crescimento semelhante a insulina que ao nível do fígado promove um eixo de extrema importância para o crescimento de crianças, infantil, juvenil, adolescente, como observado com o aumento de concentrações séricas de IGF-1 – fator de crescimento semelhante a insulina e surto ou estirão de crescimento pré puberal característica de crianças com mutações do GHR que comanda a fabricação a nível de hipotálamo na produção do hormônio da hipófise anterior justamente do hormônio de crescimento GH. Andrógenos e estrogênios foram mostrados que aumentam a maturação esquelética.

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Avanço da idade esquelética e a fusão epifisária ao nível da placa de crescimento parece ser mediada por estrogênio, como indicado pelo relato de estatura alta com epífises abertas em um paciente com uma mutação do receptor de estrogênio. Os achados são notados naqueles com mutações inativadoras de o gene que regula a enzima aromatase que normalmente converte andrógenos em estrogênios.

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Seja qual for o mecanismo, no entanto, estados clínicos de andrógeno ou estrogênio em excesso são caracterizados por esqueletos desproporcionais de maturação e fusão epifisária prematura. Curiosamente, uma condição de excesso de aromatase foi descrita, resultando em mutações na região promotora do gene e levando ao fechamento epifisário precoce e ginecomastia.

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Nessas condições foi um grande passo observacional, que se bloquearmos a aromatase, retardamos a puberdade e fazemos com que pacientes com baixa estatura por comprometimento dessa mutação consiga crescer e alcançar uma estatura adequada. Mas o que é o mecanismo de aromatase?

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Em termos de inibição da produção, os efeitos mais específicos são melhor alcançados bloqueando a última etapa da biossíntese, a conversão de androgênios em estrogênios pela enzima contendo heme, a aromatase ( Os heme são mais comumente reconhecidos como componentes da hemoglobina, o pigmento vermelho no sangue, mas também são encontrados em várias outras hemoproteínas biologicamente importantes, como mioglobina, citocromos, catalases, heme peroxidase e óxido nítrico sintase endotelial).

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Duas classes principais de inibidores da aromatase foram desenvolvidas e estão atualmente em uso clínico. Este tipo de associação fornece uma excelente potência e especificidade contra a enzima aromatase. Esses agentes representam várias gerações de desenvolvimento, com cada passo na evolução produzindo um aumento tanto na potência quanto na especificidade.

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Os últimos inibidores de aromatase são drogas de imenso potencial que, sem dúvida, terão um papel importante no manejo da inibição da aromatase, assim facilitando o bloqueio de substâncias que formam o osso final através da inibição do estrógeno que é o maior responsável pela puberdade precoce e baixa estatura, também agem em outras áreas de tratamento humano que no caso não tem interferência para fins de crescimento, e seus efeitos colaterais em pacientes em crescimento são desprezíveis.

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neurocientista-Endócrino
CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como Saber Mais:
1. A deficiência do hormônio de crescimento-HGH, interfere no desempenho do sistema nervoso centra (SNC)…
http://reposicaohormonal2.blogspot.com/

2.A reposição do hormônio de crescimento (HGH)ajuda a melhorar o risco precoce da osteoporose …
http://oseoporosecontrolada.blogspot.com/

3.Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste…
http://deficienciahormonal.blogspot.com/

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Referências Bibliográficas
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25264451
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3135090/
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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26684331

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS COM BAIXA ESTATURA IDIOPÁTICA (CAUSA DESCONHECIDA) – TRATAMENTO COM HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E A CORRELAÇÃO COM HORMÔNIO TIREOIDIANO PERIFÉRICO.

agende-consulta-atualizada

Foi efetuada uma observação em crianças com baixa estatura idiopática (causa desconhecida), com secreção normal de hormônio de crescimento-GH, e muito embora saiba-se que o tratamento com GH aumenta a estatura, a resposta à terapia de crescimento difere entre os pacientes. Os hormônios tireoidianos são essenciais para o crescimento longitudinal atuando principalmente através de receptores de hormônios tireoidianos (RHT) e β. Foi feita uma avaliação do efeito do tratamento com GH correlacionado com a ação do hormônio tireoidiano periférico e a resposta ao tratamento. Constatou-se que o tratamento com hormônio de crescimento-GH é potencializado pelos níveis normais ou levemente aumentados de hormônios tireoidianos periféricos, levando-se à obtenção de melhores resultados do tratamento. Portanto, fica claro a necessidade de avaliação também da tireóide quando se fizer reposição de hormônio de crescimento tanto em crianças quanto em adultos, uma vez que os resultados serão infinitamente melhores quando a tireóide estiver produzindo no mínimo as doses normais dos hormônios tireoidianos. 


AUTORES PROSPECTIVOS 

Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611

Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais: 
1.É importante o funcionamento normal da glândula tireóide ao se fazer tratamento com hormônio de crescimento? 

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2.É importante a avaliação da glândula tireóide quando se fizer reposição de hormônio de crescimento em adultos? 

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3.Na síndrome metabólica se houver déficit de HGH, a reposição de HGH é importante? 

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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.

Referências Bibliográficas: 
Sebastián Susperreguy, Liliana Muñoz, Natalia Y. Tkalenko, Ivan D. Mascanfroni, Vanina A. Alamino, Maria M. Montesinos, Ana M. Masini-Repiso1, Mirta B. Miras 2, Claudia G. Pellizas – Fevereiro de 2011 
Centro de Investigaciones en Bioquímica Clínica e Inmunología (CIBICI CONICET), Departamento de Bioquímica Clínica, Faculdade de Ciências Químicas, Universidad Nacional de Córdoba, Córdoba Servicio de Endocrinologia do Hospital de Niños de la Santísima Trinidad Córdoba, Argentina DOI: 10.1111/j.1365-2265.2010.03924.x.Clinical Endocrinology – Volume 74, 2011. 

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, TEM IMPORTÂNCIA DESDE A FASE NEONATAL, ATÉ A FASE ADULTA E TAMBÉM DA MELHOR IDADE, E ISTO NOS IMPÕE A GESTÃO DA UTILIZAÇÃO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (HGH) EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA DE HGH (DGH) E SEU TRATAMENTO DESDE A INFÂNCIA À VIDA ADULTA.

 

agende-consulta-atualizadaA pergunta que escutamos dos pais dos pacientes que apresentam deficiência do hormônio de crescimento (DGH), desde quando nos procuram para o tratamento é, até quando devo tratar meu filho ou filha para conseguir que ele esteja dentro de um padrão adequado de crescimento: é claro se os genitores dos pacientes estiverem pensando no crescimento linear, ou seja, somente o estatural, os próprios atlas e gráficos, sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS)– ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Peyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos, tanto para meninos quanto para meninas. Entretanto, o HGH – hormônio de crescimento, desenvolvido a partir da década de 80 do século XX, por engenharia genética através da técnica de DNA- Recombinante, onde anteriormente a esta técnica o grande vilão era o fator de reconhecimento no DNA de doadores humanos de hipófise, local onde é produzido o hormônio de crescimento natural, pois seus extratos não excluíam a identidade dos doadores, o que, com a nova tecnologia eliminava por completo este risco, que poderia causar a formação de proteínas anômalas denominadas de PRIONS, que poderiam levar à Doença de Creutzfeldt- Jakob (DCJ); a princípio um príon não é um problema significativo, além de extremamente raro, somente um conjunto pode levar à situação de (DCJ), na proporção de 1 caso em 1 milhão de pessoas, mas este risco foi totalmente eliminado a partir do momento que, geneticistas identificaram o fator de reconhecimento da procedência do DNA, e através da eliminação da fração identificadora eliminada do DNA, tal problema jamais voltou a se apresentar, simplesmente  porque foi eliminado. Este fato promoveu um avanço incrível sob o aspecto terapêutico, com relação ao crescimento estatural, em pacientes com deficiência de hormônio de crescimento (DGH), mais que isto, propiciou o avanço em outras aplicações do hormônio de crescimento até então jamais imaginadas. O hormônio do crescimento (GH) tem muitos efeitos benéficos em pacientes que apresentam início da deficiência de GH na infância (DGH) se tratados, além de promover o crescimento linear (estatural). A suspensão do GH em pacientes com DGH, (na deficiência ou na continuação) durante a transição da infância à idade adulta, induz a alterações metabólicas desfavoráveis ​​na composição corporal, na integridade óssea, na capacidade de exercício, e um perfil de risco cardiovascular adverso, que se corrigido com HGH – hormônio de crescimento não ocorrerá. Estas alterações são revertidas após o reinício do tratamento com GH. Como os benefícios de continuar a terapia de GH na vida adulta tem sido bem estabelecida, é possível que a terapia de reposição de GH não deva ser interrompida quando o crescimento for concluído, mas deverá continuar na vida adulta. Considerando-se que uma alta proporção de pacientes com diagnóstico de DGH (deficiência de hormônio de crescimento) na infância não são mais DGH na adolescência, portanto, o status de GH deve ser testada novamente, quando o crescimento for concluído. Outros fatores, como a história clínica, a resposta de GH, a ressonância magnética hipotalâmico-hipofisária e as concentrações de IGF-1 (fator de crescimento da insulina – 1), importante para o HGH assim como os Hormônios Tireoidianos, devem ser considerados. A reafirmação da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) e realização de testes de estimulação são necessárias, a menos que haja um comprometimento estrutural ou genético persistente desde a infância. Os benefícios são inúmeros se pensarmos em riscos insignificantes. 

 

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Dr. João Santos Caio Jr 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia 
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Como Saber Mais:
1.Sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Peyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos?
http://crescermais2.blogspot.com

2.Crianças e adolescentes terão vantagens em se tratar com hormônio de crescimento mesmo que tenham doses normais?

http://crescimentojuvenil.blogspot.com

3.Os Hormônios tireoidianos fazem diferença quanto ao crescimento estatural?

http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com 

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Referências Bibliográficas:
Arq Bras Endocrinol Metabol. 2008 Jul; 52 (5) :854-60.
Pontes E.S., E.Barbosa
Carel et al Johnston et al Nilsson et al Sas et al.

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, SUAS IMPLICAÇÕES, A IMPORTÂNCIA DE SEU DIAGNÓSTICO PRECOCE TANTO NA CRIANÇA QUANTO NO ADULTO E A IMPORTÂNCIA DE SUA REPOSIÇÃO EM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH).

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Os somatotrófos são células da glândula pituitária que secretam o hormônio de crescimento (GH). Esta secreção de hormônio de crescimento (GH) é estimulada pelo fator liberador de hormônio de crescimento (GHRH) e é inibida pela somatostatina é produzida pelascélulas delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans, pelo hipotálamo, é classificada como um hormônio inibitório, e um dos hormônios que ela inibe a secreção é o hormônio de crescimento (GH). As manifestações clínicas da deficiência de hormônio de crescimento  (DGH) são variáveis, dependendo da idade que começam. As crianças geralmente apresentam baixa estatura, enquanto os adultos têm reduzido o desempenho físico e o bem estar psicológico é prejudicado. Os objetivos da terapia com hormônio de crescimento (GH) são diferentes em crianças e adultos. Em crianças, se usa o hormônio de crescimento (GH) com a finalidade de promover o crescimento linear e restaurar a composição corporal, já em adultos, as metas são para melhorar o condicionamento e força física, para restaurar a composição corporal normal, e para melhorar a qualidade de vida. O hormônio do crescimento promove o crescimento linear, regulando a produção endócrina e parácrina (as glândulas parácrinas segregam mediadores que se difundem para o líquido extracelular – de fora da célula e afetam as células vizinhas) do fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), que é produzido pelo fígado e outros tecidos alvo, incluindo a placa de crescimento epifisária dos ossos longos. O hormônio do crescimento (GH) tem diversas ações metabólicas, tal como a lipolítica e a diabetogênica e efeitos anabólicos (efeitos androgênicos). Portanto os resultados da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) são alterações na fisiologia (funcionamento) dos diferentes sistemas do corpo, manifestando-se em aumento de gordura visceral, aumento de gordura subcutânea, diminuição da massa muscular, diminuição da densidade mineral óssea e pior desempenho nos exercícios . A incidência de baixa estatura associada a graves deficiências de hormônio de crescimento (DGH) na infância, tem sido estimada em diversos estudos que cerca de 1 em 4.000 a 1 em 10.000 crianças sofrem da deficiência de hormônio de crescimento (DGH). Cerca de 20.000 crianças por ano recebem a terapia de reposição de hormônio de crescimento (GH), e cerca de 4.000 crianças são diagnosticados anualmente como candidatas a este tratamento. A prevalência exata da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) na idade adulta não é conhecida. Cerca de 35.000 adultos apresentam deficiência de hormônio de crescimento (DGH), e anualmente cerca de 6.000 novos pacientes adultos são diagnosticados.
Autores Prospectivos
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra.Henriqueta V. Caio
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Como Saber Mais:
1. Os somatotrófos são células da glândula pituitária que secretam o hormônio de crescimento (GH)?
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2. Esta secreção de hormônio de crescimento (GH) é estimulada pelo fator liberador de hormônio de crescimento (GHRH)?
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3. As crianças geralmente apresentam baixa estatura, enquanto os adultos têm reduzido o desempenho físico e o bem estar psicológico é prejudicado?    http://deficienciahormonal.blogspot.com
OS AUTORES PROSPECTIVOS ET REAUTORIZADO O USO DOS DIREITOS 
AUTORAIS COM CITAÇÃO DA REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.
Referências Bibliográficas:
Autor: Eledrisi S Mohsen, MD, FACP, FACE, Editor-Chefe: Griffing T George, MD, Steven Gambert R, MD, presidente MACP,  Francisco Talavera, PharmD, PhD Farmácia Senior Editor, eMedicine, Don S Schalch, MD,  Mark Cooper, MBBS, PhD, chefe FRACP.
Contato:
Fones: 55 (11) 2371-3337 OU 5572-4848
Rua Estela, 515 – Bloco D – 12º andar – Conj 121
Paraiso – São Paulo – SP – Cep 04011-002
e-mails: drcaio@vanderhaagenbrasil.com
drahenriqueta@vanderhaagenbrasil.com
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH) PODEM APRESENTAR PROBLEMAS ODONTOLÓGICOS ALÉM DA DEFICIÊNCIA DE CRESCIMENTO QUE É O QUE MAIS SE NOTA.

agende-consulta-atualizada

Pais de crianças com deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) cujos filhos apresentam problemas de estatura, não pensam nas consequências que a deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) pode produzir na área de desenvolvimento odontológico destas crianças. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) é um problema generalizado, que afeta mais do que apenas a estatura da criança.Os níveis normais do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) são necessários para o crescimento e desenvolvimento normal dos dentes do seu filho e dos maxilares. Na rotina de atendimento odontológico e importante a avaliação dos níveis do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) para a saúde odontológica futura de seu filho. A falta de hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) provoca um atraso no crescimento dos ossos, que é claramente evidente na estatura de uma criança. Menos evidentes para a maioria das pessoas são os efeitos da deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) sobre o rosto e os dentes do seu filho. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), geralmente causa um atraso no crescimento dos ossos faciais e dos dentes do seu filho. Por exemplo, na ausência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), é comum que os chamados dentes de leite durem somente de 2 a 5 anos, que é um tempo menor que a média para uma criança, que seria de  7 a 8 ano anos antes de começarem a ser trocados pelos dentes definitivos. Estas crianças também são mais propensos a ter falta de dentes definitivos, podem necessitar de aparelhos ortodônticos, pontes, implantes e coroas (dentes de substituição) para corrigir as falhas. Se você suspeitar dessas alterações em seu filho é melhor levá-lo ao dentista o quanto antes, para que possa fazer raios-X (radiografia) do maxilar da criança para verificar estas condições. O hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) tem um forte efeito sobre o crescimento ósseo, incluindo nos ossos do maxilar superior e do maxilar inferior. Na deficiência de hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH), é comum ver um problema de crescimento dos maxilares. Este problema de crescimento é comumente visto com mais frequência no maxilar inferior pequeno ou a presença de um queixo menor que o normal para a harmonia facial. Parece que o hormônio de crescimento interfere mais no crescimento do maxilar inferior.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra.Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM: 28930
Como Saber Mais:  
1. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) é um problema generalizado, que afeta mais do que apenas a estatura da criança?
http://crescersim.blogspot.com 
2. Os níveis normais do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) são necessários para o crescimento e desenvolvimento normal dos dentes do seu filho e dos maxilares?
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com 
3. A deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH), geralmente causa um atraso no crescimento dos ossos faciais e dos dentes do seu filho?
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRAFIA.
Referências Bibliográficas:
Kirt E. Simmons, DDS, Ph.D. – Diretor de Ortodontia craniofacial do Arkansas Children’s Hospital – Departamento de Cirurgia –  Universidade de Arkansas de Ciências Médicas – Little Rock, Arkansas. 
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Fones: 55 (11) 2371-3337 OU 5572-4848
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O QUE OS PAIS PODEM FAZER PARA AJUDAR AS CRIANÇAS, VALORIZANDO MAIS AS QUE APRESENTAM BAIXA ESTATURA OU DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (SOMATOTROFINA – HGH).

agende-consulta-atualizadaExistem várias maneiras para os pais poderem ajudar as crianças com baixa estatura ou com deficiência do hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) a lidar com seus problemas. Assim que for feito o diagnóstico você deve procurar um endocrinologista para orientá-lo sobre as primeiras atitudes a serem tomadas para auxiliar a criança. É importante ser avaliado se há problemas com a inteligência, com o desempenho escolar, se apresenta dificuldade de aprendizagem, transtornos de déficit de atenção ou problemas de comportamento. O psicólogo da escola  pode avaliar se existe algum tipo de problema e oferecer soluções possíveis. Também estar sempre em contato com a escola da criança para acompanhar o progresso escolar ou eventuais sinais de problemas sociais ou de comportamento, geralmente ajudam muito antes que elas saiam do controle. A construção da auto-estimapositiva da criança é muito importante.  Procure usar todas as oportunidades para elogiar e incentivar a criança, não criticar, ser sarcástico, ou negativo. Encontrar pontos fortes na criança e trabalhá-los. Geralmente as crianças de baixa estatura ou com deficiência do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH) acham que não podem praticar esportes, mas ao contrário, devem praticar esportes de baixo impacto, como a natação, tênis, citando apenas alguns. Se a criança tem um bom senso de humor, estimulá-la a desenvolvê-lo, elogiá-la e falar positivamente sobre estas suas qualidades. Se a criança é criativa, gosta de escrever, ler prosa ou verso, gosta de tocar música, estimule-a a se dedicar ao que gosta de fazer no tempo ocioso, ampliando esses dons. Se a criança é especialmente compassiva para com os outros, informá-la o que você vê, e que admira muito esta qualidade. Se esforce em construir uma auto-estima positiva que a ajudará a enfrentar os efeitos negativos da rejeição das outras pessoas.

Certifique-se de que a criança entenda completamente o que é esperado da terapia de reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH).  Algumas observações sugerem que as crianças e os pais têm expectativas irreais em relação à estatura com a reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH). Eles esperam muito, acreditando que o tratamento vai fazer grandes diferenças na estatura imediatamente. Este não é o caso e pode levar a algumas decepções devido a estes equívocos uma vez que não sejam corretamente esclarecidos. Deve-se sempre ter em mente que o máximo de estatura que se pode conseguir é o que está geneticamente determinado, mesmo se fazendo o tratamento com reposição do hormônio do crescimento (somatotrofina – HGH).  
Sempre questione o seu endocrinologista quando tiver alguma dúvida, e mesmo a criança deve questioná-lo se quiser, mesmo que se ache que as perguntas não são muito adequadas.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM: 20611
Dra.Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM: 28930
Como Saber Mais:  
1. Existem várias maneiras para os pais poderem ajudar as crianças com baixa estatura ou com deficiência do hormônio de crescimento (somatotrofina – HGH) a lidar com seus problemas?
http://crescersim.blogspot.com 
2. O psicólogo da escola  pode avaliar se existe algum tipo de problema e oferecer soluções possíveis?
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com 
3. As crianças de baixa estatura ou com deficiência do hormônio do crescimento devem praticar esportes de baixo impacto, como a natação, tênis, etc, citando apenas alguns ?
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
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Brian Stabler Ph.D. – Chapel Hill, Carolina do Norte.
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